Quando o seu cliente paga dentro do seu sistema, com o seu nome, a experiência fica inteira — e parte da receita das transações pode ficar com a sua empresa. É isso que um gateway white label entrega.
O que é white label em pagamentos
É a tecnologia de pagamento de outra empresa apresentada com a sua identidade: o seu nome, as suas cores, o seu domínio. Em cada etapa — da página de pagamento ao comprovante —, quem aparece é a sua marca.
Para quem faz sentido
| Tipo de empresa | O que ganha |
|---|---|
| Plataformas e SaaS | Cobra os assinantes e oferece pagamentos dentro do próprio sistema. |
| Marketplaces | Recebe pelos vendedores e repassa a parte de cada um automaticamente. |
| Redes e franquias | Uma marca de pagamentos para todas as unidades, com visão centralizada. |
| Agências e software houses | Entrega aos clientes um gateway próprio como parte do projeto. |
O que leva a sua marca
- A página de pagamento, com Pix, cartão e boleto.
- Os links de pagamento enviados pelo WhatsApp, Instagram ou e-mail.
- O painel de vendas, recebíveis e clientes.
- Os e-mails e comprovantes.
- O domínio, como pagar.suaempresa.com.br.
- A API que a sua equipe e os seus clientes usam para integrar.
O que fica com a instituição regulada
A parte mais sensível não fica com você — e isso é uma vantagem. A guarda do dinheiro, a liquidação das vendas, a verificação do cadastro dos clientes e a prevenção à lavagem de dinheiro ficam com uma instituição de pagamento autorizada pelo Banco Central. Você não precisa de licença própria nem de uma estrutura regulatória para começar.
O que mudou com as regras do Banco Central
Em novembro de 2025, o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional publicaram regras específicas para os serviços financeiros oferecidos por meio de parceiros, o chamado Banking as a Service. Dois pontos importam para quem quer um gateway com a própria marca:
- A instituição regulada precisa ser identificada. A experiência pode ter a sua marca, mas o seu cliente precisa saber qual instituição presta o serviço de pagamento e ter acesso aos canais de atendimento dela.
- Cuidado com o nome. Termos que sugerem uma atividade para a qual a empresa não tem autorização, como "banco" e "bank", não podem ser usados.
Na prática: a marca é sua e a segurança é regulada. Bem comunicada, essa transparência vira argumento de confiança para os seus clientes.
O que perguntar antes de contratar
- Qual instituição regulada processa os pagamentos, e como ela aparece para os seus clientes?
- Quem atende o seu cliente quando ele tem um problema com um pagamento?
- Como a sua margem sobre as transações chega até você?
- O que pode ser personalizado: domínio, e-mails, comprovantes, painel?
- Quem desenvolve e mantém a API — e com que documentação?
Como montar o seu
- Diagnóstico: o seu modelo de negócio, o volume e o que você quer oferecer aos seus clientes.
- Marca e regras: identidade, domínio, meios de pagamento e as taxas que você vai cobrar.
- Integração e testes: a API, o checkout e o painel conectados aos seus sistemas, testados antes de ir ao ar.
- Lançamento: você começa a vender com a sua marca, com suporte acompanhando a operação.
Na OpenFluxo, nós construímos toda a API do seu gateway, no seu domínio. Veja o vídeo e os detalhes na página Gateway com a sua marca.
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